Uma série de oito obras de arte em forma de caveiras integra a exposição Skull Parade – A Parada da Caveira que pode ser vista até o dia 22 de junho no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro. Os trabalhos, que além da exposição contam com uma intervenção urbana, são assinados por oito artistas tatuadores: Jander Rodrigues, Paula Dame des Chats, Virgínia Regozino, Ramon Santamaria, Yanomani Ami, Rejane Olig, Lays Alencar e Wilson Jr.,
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A mostra é uma ação do Coletivo Esfinge, criado pela jornalista Larissa Mundim para divulgar o conto Sem Palavras, que instiga uma discussão em favor da igualdade entre as pessoas.
Segundo Larissa Mundim, a ideia é mostrar que sob a pele não há nenhuma distinção entre os seres humanos, independentemente de etnia, gênero, orientação sexual ou religião. “Por isso a caveira é um símbolo mundial da igualdade entre as pessoas. Se no passado ela foi símbolo do mal, hoje também se transformou em ícone de aceitação entre as pessoas”, explica.
A Skull Parade é um projeto que foi executado em duas fases. Na primeira, oito tatuadores realizaram em seus ateliês interferências artísticas em caveiras de fibra de vidro, que ganharam pinturas e materiais como pérolas e parafusos, além de aplicações de texturas diferenciadas. Depois, os trabalhos foram levados para vários pontos da cidade e fotografados por Lu Barcelos e Fabrício Barreto.
Jornal O Popular
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