quinta-feira, 31 de maio de 2012



O evangelho está nisto. Deus fez de tudo sem merecermos (Nos comprou de volta; Salvou nos livrando da Sua ira, de nós mesmo, do pecado e diabo; Justificou imputando em nós a justiça de Cristo, o único que pode agradar a Deus completamente seguindo todos seus mandamentos), para que venhamos sem impedimento algum, nos satisfazermos plenamente em nEle mesmo.

Vivemos então em resposta a esse amor tão dolorido, tão inefável, tão imerecido. Amar a Deus não necessita de nenhum tipo de pressão alheia, de nenhuma “autoridade” (pastor, discipulador, líder) no seu pé para você fazer alguma coisa. O papel de toda liderança é ensinar e incentivar a todos a experimentarem de Jesus.

Os fariseus colocavam fardos pesados (regras e mandamentos que eles mesmos fizeram e tradicionalizaram e que o povo não conseguia carregar) enquanto que Jesus disse que o seu fardo é leve, e seu jugo é suave. Se eu amo alguém - uma namorada, por exemplo – não preciso de alguém me pressionando a me comprometer a ela, a ligar, a visitar, etc. Isso acontece espontaneamente diante do nível do nosso amor.

Exigimos de mais que as pessoas para tomarem a sua cruz. Se elas focarem no amor ele vai gerar a cruz, o negar a mim mesmo. Segundo 1Co 13, alguém pode tomar sua cruz sem amor, e isso de nada valer. Alguém pode entregar a vida por vários motivos. Um funcionário pode se entregar por uma empresa apenas para conseguir um cargo mais elevado.  Alguém pode estar fazendo de tudo para ganhar uma benção, um milagre; para conseguir um cargo na igreja, ser reconhecido. Em outro lado existe aqueles que são pressionados pela maldição. Vivem no medo de perder. E esse é um desejo muito subversivo, muito oculto, tão escuro que não vemos. Mas existe, e isso não mostra nenhum novo nascimento.

Então nosso foco deve ser que as pessoas amem e se satisfaçam em Deus.  Isso não tem egoísmo! Isso tira todas as intenções humanas “em-si-mesmadas”. Havia muita gente seguindo a Jesus, ditas como discípulos dele, mas buscavam apenas as coisas dessa vida, ternas e perecíveis. Quando Jesus se apresentou como a Comida Verdadeira, como Pão da Vida, como satisfação para nossa fome interior, eles se viraram e foram embora, ficaram somente 12. Esses 12 sim não tinham para onde ir, pois encontraram em Jesus a satisfação completa. (Jo 6:22-71)

O apostolo Paulo nunca pressionou os irmãos em nenhuma de suas cartas. Inclusive, ele pediu (implorou, rogou) pelo amor eles tinham em Deus, que se consagrassem a Ele (Rm 12:1). Devemos orar para que as pessoas amem de fato a Deus (Ef 1:15) e não exigir compromissos expondo para elas qualquer outro tipo de motivação. Temos que lutar para todos cresçam em amor, até que Cristo seja formado nelas.
Quanto mais conheço dEle, mais valioso ele se torna e mais eu quero me parecer com ele. Conseqüentemente me entregarei como ele, espontaneamente, compartilhando o que recebi para outros (Mt 10:18). Resultado de pressão? Não, é amor! João nos diz que obedecer é fácil (1Jo 5:3) e só obedece quem ama (Jo 14:21).

Isso é o evangelho!

Evangelho sem Pressão


O Alegorica faz parte do projeto No Longer Music que começou em Amsterdam, Holanda em 1985. Desde seu começo o projeto vem entretendo platéias do mundo todo com sua integração inovadora e radical de música ao vivo, artes visuais e performance chocante.

No Brasil o No Longer Music criou a banda Alegorica em 2010, formada por membros internacionais e brasileiros. Trazendo um show completamente novo, com musica inédita, o Alegorica reúne em cena músicos e atores interagindo com vídeos, pintura ao vivo, dança, performance circense e efeitos especiais, ao todo sincronizado num cenário elaborado e linguagem moderna. Isso proporciona aos espectadores um show dinâmico e estimulante de grande impacto visual e sonoro.

Numa cenografia fascinante formada por instalações artísticas, telas de vídeo e estruturas de efeitos especiais, uma mistura experimental de rock e música eletrônica forma o pano de fundo para várias atuações que abordam diversos temas. Com um figurino que mistura elementos desde o steampunk, o industrial e até circense, o show mantém dinâmica e movimento do começo ao fim cativando qualquer público, sendo apreciadores do estilo musical ou não.

A performance do Alegorica busca trazer de forma criativa e humana uma reflexão acerca de temas problemáticos relevantes à cultura jovem contemporânea como o materialismo-consumista, o imediatismo, a sexualidade, o aborto, consumo de drogas e o suicídio. Alem de questionar esta realidade o show também busca em primazia a conscientização da espiritualidade, da mensagem da cruz, desprezada por muitos daquele ambiente.

Após passar o ano no processo criativo o Alegorica começou o ano de 2011 já lançando seu primeiro EP e levando a performance para públicos pela grande São Paulo e outros estados.



MySpace:: http://www.nlmalegorica.com/
Facebook: http://www.facebook.com/Alegorica
Twitter: @nlmalegorica

Sangue e Rock

Uma série de oito obras de arte em forma de caveiras integra a exposição Skull Parade – A Parada da Caveira que pode ser vista até o dia 22 de junho no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro. Os trabalhos, que além da exposição contam com uma intervenção urbana, são assinados por oito artistas tatuadores: Jander Rodrigues, Paula Dame des Chats, Virgínia Regozino, Ramon Santamaria, Yanomani Ami, Rejane Olig, Lays Alencar e Wilson Jr.,
A mostra é uma ação do Coletivo Esfinge, criado pela jornalista Larissa Mundim para divulgar o conto Sem Palavras, que instiga uma discussão em favor da igualdade entre as pessoas.

Segundo Larissa Mundim, a ideia é mostrar que sob a pele não há nenhuma distinção entre os seres humanos, independentemente de etnia, gênero, orientação sexual ou religião. “Por isso a caveira é um símbolo mundial da igualdade entre as pessoas. Se no passado ela foi símbolo do mal, hoje também se transformou em ícone de aceitação entre as pessoas”, explica.

A Skull Parade é um projeto que foi executado em duas fases. Na primeira, oito tatuadores realizaram em seus ateliês interferências artísticas em caveiras de fibra de vidro, que ganharam pinturas e materiais como pérolas e parafusos, além de aplicações de texturas diferenciadas. Depois, os trabalhos foram levados para vários pontos da cidade e fotografados por Lu Barcelos e Fabrício Barreto.
Jornal O Popular

Somos Todos Iguais

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